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O tempo também se conta pelo coração

>> O que é?

O que eu estou fazendo aqui? Qual é o sentido disso tudo aqui? O que existe embaixo dessa pele?

Provavelmente você já se perguntou uma dessas frases, em silêncio, em algum momento da sua vida. Comigo elas começaram a ficar mais presentes há 4 anos atrás e foi aí que descobri o quanto me tornei mais livre vivendo honestamente o que eu sentia. Foi como se eu tivesse acabado de nascer, tamanha euforia e encantamento que senti pela vida. Meu olhar passou a ser mais demorado nas coisas e no outro, como se à partir daquele momento eu estivesse enxergando tudo por dentro. Ganhei superpoderes! Ainda inaugurei em mim o tempo de escutar e reparar, e entre os passos que eu dava passou a existir sempre uma possibilidade de opção e atenção. Nada mais foi no automático e aí, descobri minhas asas!

Entendi que falar e saber honestamente sobre os nossos sentimentos nos faz ter mais liberdade e ainda nos aproxima de nós mesmos nos dando a oportunidade de nos reinventarmos. A tal arte de nos reinventarmos para sermos nós mesmos mais profundamente.

“Temos um mar de águas doces dentro de nós”, eu pensei. “e que às vezes está mais para mar, outras mais para rio!”

Somo constituídos de água e por isso mesmo penso o quanto devemos fluir, circular, deslizar e sermos atravessados naturalmente pelos acontecimentos sem levarmos nossos problemas, pesos e obstáculos adiante.

Enquanto água podemos sempre escolhermos viver na superfície ou na profundidade. E ainda perceber qual desses momentos estamos passando. Não há melhor nem pior, nem certo ou errado. O que existe é a necessidade de dilatar-se para se compreender um pouco melhor. É pelo autoconhecimento que podemos provocar mudanças importantes, não só nas nossas vidas, como também, no mundo em que vivemos.

Afinal de contas, a mudança que o mundo tanto precisa, pelo Amor e pelo Afeto, começa dentro de nós mesmos na coerência entre nossas pensamentos, falas e ações.

De que maneira estamos habitando nosso mundo?

Foi com essa pergunta que há algum tempo ando observando um pouco mais ao meu redor e senti muita vontade em compartilhar minhas experiências, aprendizados e sensibilidade nesse processo do autoconhecimento.

Sou atriz de formação e me descobri poeta e inquieta com as questões do ser humano. Há 2 anos criei uma série chamada "voe, voa” onde falo sobre a importância de compartilharmos Afeto nas nossas vidas. À partir dela vi o quanto me desenvolvi com mais lealdade à mim mesma e o meu mundo passou a ser mais simples nas minhas escolhas.

>> O que vai rolar?

O que eu proponho nesse nosso encontro é que aqui possamos resgatar quem somos na nossa essência da primeira infância. Aquela onde não existe julgamentos e nem críticas. Que possamos nos acolher com Afeto e nos experimentarmos de outras maneiras. 

Através de exercícios de teatro podemos abrir espaços em nós mesmos e descobrir novas chaves que abrem novas portas.

Na prática, vamos trabalhar com:

- Estímulo do brincar e de ser livre

- Abrir a escuta do corpo e respeitar seus limites

- Aguçar a curiosidade

- Conhecer-se mais para conhecer o outro

- Aquecer-se de Afeto

- Reconhecer o que sente e que ainda não tem nome

- Trazer o céu para o chão

- Desenvolver mais contentamento e coragem

Acredite, ser é um aprender diário! E só existe uma maneira de termos mais instantes de felicidade: Ouvindo o nosso coração.

>> Infos: 

Quinta feira, 22 de fevereiro das 19h às 22h. 

Investimento: R$ 200,00 + taxas

>> Quem Faz:

Janaina Afhonso

Aos 7 anos descobri que seria atriz assistindo a um teatro de fantoches na escola. Ali meu mundo passou a ter outra cor. Comecei a fazer teatro amador desde então em Botucatu, onde nasci, até chegar aos 17 anos no teatro Célia Helena em SP. Me formei e passei por oficinas com algumas cias como Teatro da Vertigem, Cia Brasileira de Teatro e Cia Club Noir onde fiquei por 4 anos. Foi importante pesquisar e entender o teatro de grupo até que senti necessidade em ampliar meus conhecimentos e passei a fazer mais cinema nos últimos 2 anos. Em 2017 filmei o longa-metragem Bula com o diretor francês Boris Baum. Também criei a série "voe, voa" para o Youtube onde falo do poder do Afeto. É esse lugar que move e que me faz te convidar para esse nosso encontro. Atualmente estou gravando uma série e entre meus pontos de tricot te espero com xícaras de café.

>> Estacionamento:

Rua Pedroso Alvarenga 1170

R$ 10,00 período único pago em dinheiro no MARITI.

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Horta em Vaso