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AGORA EU ERA: a arte de contar histórias na vida de todo dia

E se as histórias que a gente vive, escuta e conta nos ajudassem a construir a história que a gente quer viver? Para isso é preciso desenvolver uma habilidade que a gente não aprende em qualquer lugar: a escuta atenta e sensível (não apenas para ouvir o outro, mas também para ouvir a gente mesmo).

Essa oficina, ainda em versão beta, é uma oportunidade para fazermos isso através de uma matéria prima muito particular: as histórias. Sejam nossas narrativas pessoais, das mais cotidianas às mais profundas ou os contos da tradição oral, que nos acompanham desde a infância da humanidade e que sobrevivem até hoje porque a humanidade continua sentindo a necessidade de narrá-los.

Nesse momento delicado que vivemos de polarização dos debates públicos, é necessário que nossas ações sejam ancoradas no diálogo. Para isso, esse encontro propõe que pensemos juntos com o auxílio das histórias, nessas oposições aparentes que constroem o modo de operação da nossa sociedade: o certo e o errado, o bem e o mal, eu e o outro.

>> O que você vai aprender:

- a desenvolver uma escuta um pouco mais presente em tudo o que faz;

- a olhar para algumas histórias que viveu de um jeito, no mínimo, diferente;

- a olhar para os contos da tradição oral como mapas de navegação pra a vida;

- a elaborar estratégias que podem te ajudar a encontrar algumas respostas sobre como colocar a sua vontade na vontade do mundo;

- a elaborar estratégias para favorecer o encontro e o diálogo;

- como planejar a sua vida, a partir das histórias que deseja viver.

Além disso, você vai me ajudar a criar essa oficina, a perceber o que mais interessa das coisas que imagino serem importantes. Já agradeço.

>> Para quem é?

Pessoas interessadas em melhorar o mundo a partir do autoconhecimento, da escuta sensível e das artes. Interessados na arte de contar histórias, nos contos da tradição oral e na aprendizagem autodirigida.  

>> Infos:

05 de dezembro de 2017 (terça-feira) das 19h às 22h

Por se tratar de um encontro beta, propomos o valor simbólico de R$20,00 apenas para cobrir os custos do espaço. Mas fique à vontade para contribuir com menos ou mais.

>> Quem faz?

Emilie Andrade é escutadora, escritora e contadora de histórias. Trabalha também no teatro e na educação, mas tudo que faz nasce de sua alma narradora. Bacharel em Artes Cênicas, Licenciada em Artes e especialista na Técnica Klauss Vianna dedança e educação somática.

Ao tornar-se mãe aos dezoito anos descobriu cedo, que a vida toma rumos inesperados e que o cuidado de si é também o cuidado com o outro.

Acredita que as histórias são pontes entre e nas pessoas e que a escuta sensível e atenta pode fazer do mundo um lugar muito melhor. Se dedica a colocar histórias no mundo, justamente, para isso.

>> Dicas:

Venham com roupas confortáveis e tragam um caderno para anotações.

>> Estacionamento

Temos convênio com o estacionamento da Rua Pedroso Alvarenga 1170

10,00 para período único de 12h: O selo deve ser comprado e pago em dinheiro no Mariti.